ZOOM HB: Jovani Prochnov

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Transformação. Essa é a palavra que define o trabalho de Jovani Prochnov. Nascido em Caxias do Sul, mas radicado em Florianópolis há 10 anos, o fotógrafo gaúcho apresenta um acervo recheado de imagens de skate. E explica o motivo da sua preferência pelo esporte e da palavra que define o mote das suas imagens. “Gosto da ação, do click rápido, do desafio de transformar uma cena pouco fotogênica em algo bom para os olhos. O skate sem dúvida vem em primeiro lugar, mas também gosto de fotografar os lugares por onde passo”, comenta.

E as preferências de Jovani são claras nas suas fotos. A paisagem e o skatista se integram. E se essa integração é harmônica, muito se deve ao que o fotógrafo busca. Saber como lidar com a variação de ângulos, de luz, lentes, entre outros fatores, são ferramentas de todos os fotógrafos. Mas o foco em uma modalidade e a maneira de pensar as imagens são determinantes para o conjunto de cada registro.

“Gosto muito de fotografar skate nas ruas, o street skate na sua essência, pois é mais desafiador e envolve muitos fatores que não temos controle. Sendo assim, o click deve ser preciso. Tento buscar na composição um diferencial, pois minha visão e meu feeling nunca serão iguais aos de outra pessoa. Acredito que é nessa hora que identificamos o trabalho de cada fotógrafo”, comenta.

Com preferência por Florianópolis e pela Europa como cenários de atuação, Jovani se inspira em nomes como Sebastian Rojas, fotógrafo de surfe, e Brian Frick, fotógrafo de skate. O início na profissão veio após o convite de um amigo para fotografar alunos de uma escolinha de surfe, em 2007. E, após a primeira experiência, não parou mais. Hoje, o gaúcho vive somente da sua produção audiovisual. E alimenta o sonho de poder viajar o mundo com a câmera a tiracolo, sempre somando experiências e bagagem para seus projetos.

Entre as dificuldades, aponta a oscilação financeira como maior obstáculo. Mas faz o contraponto com todos os benefícios da sua trajetória. “Horas está bom, outras não. No restante, só tive boas experiências. Viajei para diversos lugares do Brasil e do mundo, fiz grandes amigos, aprendi a sempre buscar meu melhor e a sempre buscar a evolução, pois quanto mais fazemos, mais colhemos”.

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