
Chrystal Fitzgerald
A maior evolução na história da fabricação de pranchas de surf foi descoberta nos anos 60. Gordon Clark e Hobie Alter introduziram o poliuretano, combinado com resina e outros materiais, substituindo a madeira pesada dos pranchões daquela época. A partir daí, as pranchas ficaram mais leves e com melhor qualidade.
Entretanto, o material causa danos à natureza, pois a espuma de poliuretano, a fibra de vidro e as outras substâncias que compõem as pranchas atuais geram lixo químico não-biodegradável.
No processo de fabricação, muitos materiais são jogados fora, sem um destino adequado, e grande parte do material é descartado no processo de produção dela. Poucos surfistas percebem o quanto este esporte que está intensamente ligado à natureza pode poluir.
Por isso, é fundamental pensar bem antes de simplesmente descartar sua prancha velha. Há diversas maneiras de reutilizá-la fazendo arte, por exemplo. Ou, quem sabe, transformando-a em um objeto utilitário, como um móvel. Ou, ainda, pode doá-la, caso ela ainda esteja inteira e possa servir para alguém.
Foi por este caminho que o australiano Chris Anderson resolveu seguir. O surfista e estudante de design gráfico criou a campanha “Surfboards Damage the Enviroment”, com o objetivo de conscientizar os surfistas sobre o desperdício das pranchas velhas e, ao mesmo tempo, gerar discussões sobre este assunto.
Se você curtiu e quer saber mais sobre o “Surfboards Damage the Enviroment”, acesse aqui: http://bit.ly/13V3Bzr












